25 de julho de 2012

Na Playboy Há "Chicha"

A Playboy foi para a rua mostrar que não é um catálogo de lingerie e as reacções foram...surpreendentes!



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Apresentação:
- Bruno Costa
- Tiago Martins

Câmara:
- Tiago Simões

Edição:
- Maria Pena

Assistentes de Produção:
- Perly Ramos
- Rúben Baía

24 de julho de 2012

Interrogatório Mafioso

Uma aventura sonora para ouvir com uns headphones e com os olhos bem fechados

Um intermediário, que usualmente deposita no banco malas cheias de dinheiro da máfia, deu sumiço a 500.000€. Diz não saber o que aconteceu e garante que foi o banco que arranjou maneira de ficar com o dinheiro culpabilizando-o a ele. Ora, o intermediário é apanhado desprevenido, certa noite, ao entrar em casa. Com uma seca pancada na nuca perde os sentidos e é feito refém. É aí que a cena começa, quando a vítima acorda e ganha consciência de onde está e do que lhe está a acontecer: foi raptado e está a ser violentamente interrogado pelos mafiosos no quarto de um motel rasca.

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Ideia e Produção: Hugo Rebelo, Joana Lourenço, Mário Oliveira, Rita Bernardo e Tiago Martins
Ajuda à Produção: Pedro Sá

1 de julho de 2012

Uma Casa no Chade

Vêm do mesmo sítio. Fogem do mesmo destino. E as lágrimas que choram são as do seu povo. São 300.000 crianças e mulheres sudanesas que sobreviveram ao conflito no Darfur. A pouco mais de 200 quilómetros de distância jazem as ruínas das suas casas. Os corpos dos seus familiares. E as memórias de uma vida que tiveram de abandonar.


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Edição e Locução: Tiago Martins
Imagem: UNICEF

30 de junho de 2012

Morte cardíaca súbita

Quando a paixão impera, mas o coração já não bate

Primeiro, Fabrice Muamba. Depois, Piermario Morosini. Miklós Fehér, então, nunca nos saiu da memória. Mas não é só no futebol que se morre por amor à camisola. Ciclismo, basquetebol e voleibol são outras modalidades de risco. Mas até que ponto pode esse risco ainda existir na alta competição?

Nuno Lousada, Cardiologista

As bancadas à pinha. Um apoio ensurdecedor. Os ponteiros do relógio que não descansam. O suor que não deixa de escorrer. A bola de cá para lá e de lá para cá. Quando, de repente, tudo cessa. Um baque seco invade o ambiente. A bola perde-se. As lágrimas substituem o suor. E, sem que ninguém o fizesse prever, o coração pára. Foi assim em Pescara, com Morosini. Foi assim em Londres, com Muamba. Em Guimarães, com Fehér. O mesmo com Antonio Puerta, em Sevilha. O mesmo com Bruno Neves, no ciclismo. E com Paulo Pinto, no basquetebol.
No nosso país, a conjuntura actual é, ainda assim, «muito positiva». Quem o diz é Nuno Lousada, cardiologista especializado em Medicina Desportiva. A situação tem melhorado a olhos vistos, o que se comprova pela «quase inexistência de casos de morte súbita nos últimos anos». Mas o que é que provoca realmente este tipo de incidentes? «No que diz respeito aos atletas mais jovens é normalmente a miocardiopatia hipertrófica». Uma patologia na qual uma porção do miocárdio engrossa, o que consequentemente leva à fibrilação ventricular. E é a fibrilação ventricular que origina alterações no ritmo cardíaco, impedindo o sangue de chegar ao cérebro em tempo útil, causando morte cerebral.
«Nem sempre há explicação para tudo, porque nem tudo é a preto e branco na cardiologia». Actualmente responsável pelo Hospital de dia de Insuficiência Cardíaca, no Hospital Pulido Valente, o cardiologista explica que são ainda muitas as situações que a medicina actual não consegue prever ou solucionar: «É normal que uma morte destas se dê sem qualquer tipo de sintoma prévio. Chegamos mesmo a não conseguir encontrar qualquer tipo de doença na realização da autopsia».
Por ano, mais de 700 mil adultos na Europa morrem de doença cardiovascular, fazendo desta a primeira causa de morte no mundo Ocidental. São dados do INEM, que deixam o alerta. Mas o alerta não basta. No desporto, é necessário combater a «violência competitiva em que os atletas vivem submergidos» e o «poder que certas instituições têm, impedindo os verdadeiros profissionais da cardiologia de trabalhar», diz Nuno Lousada. Isso e contrariar os jogadores que insistem em «desafiar a sua própria condição física», optando por jogar, mesmo com indicações médicas em contrário. A morte de Bruno Baião, júnior do Benfica, é um exemplo.
Mas caminhamos para um cenário positivo. Em Portugal, os atletas federados são por lei obrigados a realizar exames gerais de avaliação médico-desportiva. São também cada vez mais as instituições desportivas que aderem ao Plano Nacional de Desfibrilhação Automática Externa (PNDAE). E há um acompanhamento dos desportistas por profissionais capazes de lidar com este tipo de incidentes cardíacos. Como diria Nuno Lousada, «o primeiro passo está dado...agora é continuar!».

10 de junho de 2012

Filhos da Rua

Lagos é a maior cidade do país, e a segunda maior em todo o Continente Africano. Os últimos dados das Nações Unidas estimam que mais de 10 milhões de pessoas vivem nestas ruas.
A população cresce dia após dia e com ela crescem as dificuldades. A oferta habitacional não chega para todos, os serviços públicos estão cada vez mais longe das pessoas e a poluição vai contaminando ainda mais um espaço que, por si só, já é inabitável. É um país sem destino, mas quem anda realmente à deriva são as crianças.

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Edição e Locução: Tiago Martins
Imagem: UNICEF